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Obras e equipamentos

A obra é o centro de custo: todo gasto pertence a uma. O equipamento é uma etiqueta que responde a outra pergunta — para onde foi o combustível.

Criar uma obra

A tela de Obras: o formulário em cima, as obras embaixo — e a coluna «Ao cliente», com quem acompanha e o botão «Convidar o cliente».
A tela de Obras: o formulário em cima, as obras embaixo — e a coluna «Ao cliente», com quem acompanha e o botão «Convidar o cliente».

Só o nome é obrigatório. Os outros campos existem porque cada um resolve um problema real:

CampoPara que serve
Código Curto e fixo — é o apelido da obra no WhatsApp (CASA1, CANAL). O nome dá para editar depois; o código, não.
Saldo inicial Quanto já se gastou até hoje, se a obra começou antes do sistema. Entra no total, mas não conta como atividade — a obra não passa a parecer movimentada por causa dele.
Data de início Onde a curva do gráfico começa.
Orçamento O teto que você quer acompanhar. Não bloqueia nada: ninguém fica impedido de lançar por ter estourado. Com cotações decididas, o painel mostra também o comprometido — e quanto sobra do teto depois dele.
Detalhes Endereço, cliente e CNPJ. Ficam atrás de um clique porque quase nunca são precisos na hora de criar.

O orçamento também se define direto na lista, na caixa Orçamento ao lado do valor gasto, com o botão Salvar — útil quando a obra já existe e o número só apareceu depois.

Na lista, o nome da obra abre o painel dela, com o gasto desde o início. A obra com o modelo Caixa liberado tem também o botão Relatório PCI, ao lado de Etapas.

Os estados de uma obra

EstadoO que quer dizer
Em cursoRecebeu gasto recentemente.
Sem movimentoEstá aberta, mas há tempo não entra nada. Vale conferir se foi esquecida.
EncerradaDeixa de aceitar lançamentos por qualquer canal — WhatsApp e painel — e sai da cobrança.

Encerrar não apaga nada e não é definitivo: o botão Reativar devolve a obra ao ar quando aparece aquela última nota atrasada.

A lista de obras se divide em Em andamento e Encerradas. Uma obra encerrada pode ainda ser arquivada: sai da lista de todo dia, com o histórico mantido, e passa para o filtro Arquivadas (n) — que só aparece quando há alguma. Lá, o botão Desarquivar a traz de volta como encerrada; para voltar a lançar nela, é o Reativar de sempre.

As etapas da obra

Na linha de cada obra, o botão Etapas abre a tela Etapas da obra: a lista de etapas, com o início, o fim e o quanto já se gastou em cada uma. Iniciar e Concluir marcam quando a etapa começou e terminou; Reabrir desfaz o fim.

O período serve para saber quanto a etapa custou e quanto durou — e para o sistema propor a etapa nas notas que chegarem. Com uma etapa só aberta, a nota nova daquela obra já entra proposta nela, para você confirmar; com várias abertas ao mesmo tempo, a data não diz de qual é, e ele não propõe nada. Não trava nada: uma nota atrasada entra do mesmo jeito, e o painel só avisa que a data caiu fora do período. Aplicar às notas leva o período às notas que já estavam lançadas, sem mexer no que alguém já confirmou.

Em Mais opções: etapa própria, renomear, desligar: Acrescentar etapa cria uma etapa só daquela obra, no fim da lista; Renomear troca o nome; Desligar tira a etapa da escolha sem apagar nada — o que já foi classificado nela continua no relatório — e Ligar a devolve.

Para classificar várias notas de uma vez, a lista de Compras tem, no fim, Marque as notas acima e escolha a etapa; filtrada por uma obra, a escolha usa as etapas dela.

Mostrar a obra ao cliente

Na linha de cada obra há o botão Convidar o cliente. Num gesto só ele cria a pessoa como «só consulta», liga-a àquela obra, expõe a obra e prepara o convite — por e-mail (nós enviamos, com um link que vale 7 dias) ou pelo WhatsApp (você manda o texto pronto). Por padrão nenhuma obra está exposta: convidar é o ato explícito que abre.

O cliente não envia notas nem entra no painel do escritório. Ele entra no acesso pelo site e vê, daquela obra, os gastos que você marcar «Mostrar ao cliente» — com o documento de cada um — e, com o Álbum, as fotos, os vídeos e os documentos marcados do mesmo jeito. Compra nova nasce oculta dele, a não ser que a obra esteja com a opção Compras novas visíveis ao cliente ligada: aí ela aparece para ele depois de confirmada. Nunca vê as outras obras nem a página de preços de materiais. Quem já foi convidado aparece na coluna Ao cliente («acompanha · ✓ Exposta»); o botão Expor continua lá para quem foi criado em Clientes sem convite.

O CSV de uma obra

Cada linha da lista tem um botão CSV: baixa só aquela obra, com uma linha por compra. Para o mês inteiro e para o arquivo que vai à contabilidade, veja Relatórios e exportação.

Equipamentos

Combustível tem duas perguntas, não uma: quem pagou (a obra) e quem consumiu (a caminhonete, o gerador, o trator). A obra continua sendo o centro de custo; o equipamento é só a etiqueta da segunda pergunta.

Equipamentos: o nome é o que aparece na lista do WhatsApp.
Equipamentos: o nome é o que aparece na lista do WhatsApp.

Nasce desligado, de propósito. Enquanto esta lista estiver vazia, nada muda no WhatsApp — o abastecimento continua perguntando só o preço do litro e a obra. A pergunta do equipamento só existe para quem tem frota.

Ao cadastrar, o nome é o que aparece na lista do WhatsApp: use o que o pessoal da obra chama («Master», «Gerador grande»), não o nome completo do fabricante. Nomes muito longos saem cortados na lista do celular.

A placa é para o escritório distinguir dois iguais — quem está na bomba não precisa dela. O tipo (veículo, máquina, gerador, outro) é opcional.

Arquivar tira o equipamento da lista dali para a frente; as compras já lançadas ficam como estão.

No WhatsApp, além dos equipamentos, a lista traz sempre duas saídas: «❓ Não se aplica» (não era abastecimento de equipamento — encerra o assunto) e «➕ Outro» (era, mas não está na lista — abre uma pendência para o escritório resolver). São coisas diferentes e só a segunda gera trabalho.

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